Primeira Impressões: Revolution

Revolution entregou o episódio que era aquilo que eu esperava, mas não dá para dizer que fiquei completamente satisfeito com isso.

Não sei quanto a vocês, mas eu esperava um piloto de ritmo apressado e que nos mostrasse seus personagens e suas tramas de forma superficial. Com exceção do ritmo apressado, foi realmente isso que aconteceu, mas a série mostrou ter um coração logo em seu piloto, algo que eu só vi em duas outras ocasiões (Supernatural e Community, que são duas das minhas 3 séries preferidas).

Pra quem já tinha visto a promo da série, o episódio é praticamente uma versão estendida dela, talvez se eu não tivesse visto não teria achado o episódio tão arrastado quanto ele foi. Mas, por outro lado, a direção fílmica de Favreau (diretor de Homem de Ferro 1 e 2) favoreceu bastante para isso, pois durante todo o episódio ele parece ter se esquecido de que estava dirigindo algo televisivo e não cinematográfico. Para não dizer que ele fez um trabalho completamente horrível, a sequência que abre a série foi excepcional graças a essa direção fílmica.

Mesmo os personagens sendo apresentados de forma bastante superficial, dois se destacaram entre eles, e foram o Capitão Neville e Maggie. O 1º devido, principalmente, à atuação de Esposito, e a 2ª por quê é a única personalidade que se destaca no grupo que está com Charlie. Outro personagem que parece ser interessante é Grace, pois ela tem aquele Pen Drive que lhe dá energia, mas, por enquanto, é só isso que conhecemos dela.

De resto, os personagens/atores foram bastante fracos, principalmente a protagonista, que foi responsável pelos momentos mais ridículos do episódio, mas tenho fé que ela irá melhorar nos próximos episódios. Billy Burke está um tanto caricato como tio de Charlie. Temos o nerd ex-empregado da Google que, provavelmente, será o alívio cômico da série. Temos o irmão asmático de Charlie que me causou muita indiferença, principalmente pelo ator que tem pouco carisma e talento.

A trama é o que mais me motiva (e creio que a maioria) a continuar com a série, afinal é no mínimo curioso saber como sumiu toda a energia do planeta; qual a função daquele pen drive, como Grace o tem e como ele consegue distribuir energia; como se formou a milícia, etc, etc, etc. Espero que Kripke nos dê boas respostas assim como fez em Supernatural (sim, até a 5ª temporada, ao menos eu, não tive decepções com a série).

O piloto nos mostrou uma obra com bastante potencial, mas que teve seu início comprometido por uma direção equivocada e atores fraco. As primeiras impressões de Revolution não foram as melhores e deixou muita gente com um pé atrás quanto à série, mas torço para que essa impressão fique apenas no piloto e que a série nos surpreenda daqui pra frente.

PS: sei que foi um texto fraco, mas isso deve-se (creio) a minha inexperiência com textos sobre Series Premiere

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